Como o tempo era curto, entramos nas ruínas com roteiro preestabelecido (guias de turismo e mapas são fornecidos gratuitamente na Informação Turística, na entrada). Sinalizamos no mapa o que não poderíamos deixar de ver - as Termas de Estabia, o Foro triangular, o Teatro Grande, o Templo Dórico, a Porta dos Fugitivos, o Arcos de Honor, a Porta Marina e a Muralha, o Templo de Vênus, o Templo de Apolo e a Basílica . Estávamos dispostos a andar, andar e andar.
Pompeia foi uma antiga cidade do Império Romano situada a 22 km da moderna Nápoles, no território do atual município de Pompéia. A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio, no ano 79 depois de Cristo. A erupção do vulcão provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade e a manteve oculta por 1600 anos, antes de ser reencontrada por acaso. Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas exatamente na posicão em que estavam,quando foram atingidas pela erupção. Desde então, as escavações proporcionaram um sítio arqueológico.
Pompeia era uma cidade bem fortificada por suas muralhas. O acesso a ela se fazia por 8 portas ( todas de construção osca, exceto a Porta de Herculanum, de construção romana), a contar da extremidade norte, em sentido horário:
A Porta Marina era ampla, com passagem para pedestres, separada da dos veículos. É a porta de construção mais recente da cidade, batida na técnica denominada "opus incertum" ou "opus cimenticium", uma mistura de pedras e cimento. Pela Porta Marina, construída em arco abobadado, entrava-se na cidade descendo uma rua onde havia o Templo de Vênus e, mais além, o Templo de Apolo, cercado de uma colunata e um bosque de loureiros. Atingia-se, assim, a parte sul do Fórum, bem próximo à Basílica e à Prefeitura.

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