domingo, 1 de agosto de 2010
Itália : Região dos Lagos
Lago de Como
Não há quem não se deslumbre ao visitar os lagos lombardos,cujas margens e ilhas estão repletas de lindos palacetes e jardins.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Nápoles
Nápoles...caótica,mas que vale a pena ser vista.
Com o guia e o mapa em mãos, decidimos percorrer o trecho do centro histórico entre a Via Duomo e a Via Toledo – mais especificamente a região conhecida como Spaccanapoli e seus arredores, onde ficam alguns dos mais belos edifícios históricos da cidade, além de diversas igrejas. O bairro é classificado como patrimônio da humanidade pela UNESCO.
Começamos a visita pela Praça Município, com esplêndida vista para o porto Beverello. Olhando para a cidade, vimos à nossa frente o Município, neoclássico, que tem incorporado num dos lados S. Giacomo degli Spagnoli (São Tiago dos Espanhóis, 1540), com belos monumentos tumulares.
...O imponente Castelo Nuovo (ou Maschio Angioino) com potentes torreões cilíndricos, paredes escuras de pedra vulcânicas e rodeado de fossos. A construção do Castelo Nuovo foi ordenada pelo rei Carlos d’Anjou, em 1279 , e levou apenas três anos para ser concluída – recorde naquela época .
...Galeria Umberto I, construída em 1887, com uma gigantesca cúpula de ferro e vidro que permite uma iluminação natural durante o dia. É nela que os napolitanos se reúnem para tomar um café ou uma taça de sorvete.
Com o guia e o mapa em mãos, decidimos percorrer o trecho do centro histórico entre a Via Duomo e a Via Toledo – mais especificamente a região conhecida como Spaccanapoli e seus arredores, onde ficam alguns dos mais belos edifícios históricos da cidade, além de diversas igrejas. O bairro é classificado como patrimônio da humanidade pela UNESCO.
Começamos a visita pela Praça Município, com esplêndida vista para o porto Beverello. Olhando para a cidade, vimos à nossa frente o Município, neoclássico, que tem incorporado num dos lados S. Giacomo degli Spagnoli (São Tiago dos Espanhóis, 1540), com belos monumentos tumulares.
...O imponente Castelo Nuovo (ou Maschio Angioino) com potentes torreões cilíndricos, paredes escuras de pedra vulcânicas e rodeado de fossos. A construção do Castelo Nuovo foi ordenada pelo rei Carlos d’Anjou, em 1279 , e levou apenas três anos para ser concluída – recorde naquela época .
...Galeria Umberto I, construída em 1887, com uma gigantesca cúpula de ferro e vidro que permite uma iluminação natural durante o dia. É nela que os napolitanos se reúnem para tomar um café ou uma taça de sorvete.
Visitamos o Museu Arqueológico Nacional, que possui um acervo impressionante de antiguidades gregas e romanas - estátuas, mosaicos, bronzes, alfaias preciosas e vasos – muitos retirados de Pompeia e Herculano.
As salas dos mosaicos de Pompeia e Herculano são estonteantes, nunca vimos nada igual. Formada por minúsculas pedrinhas, algumas das figuras dos painéis exibem até as expressões das pessoas. A visita já teria valido a pena só por essas salas. Uma outra sala curiosa foi a Gabinete Secreto, onde menores de quatorze anos não entram: essa ala do museu reúne um acervo de peças de cunho erótico encontradas em Pompeia. As peças não representam nada de chocante para a maioria dos adultos, algumas simplesmente parecem grotescas e engraçadas, mas devem ser compreendidas em seu contexto histórico. O Museu pedia muito mais do que as duas ou três horas de que dispúnhamos para visitá-lo, o ideal seria “perder-se na historia” por um dia inteiro. Mas não tínhamos esse tempo, ainda seria preciso andar muito.
Seguimos em direção à catedral – Duomo; a intenção era ver as relíquias de San Gennaro, mártir do século 4, padroeiro e protetor de Nápoles. A capela tem um frasco com o sangue do Santo, mas, infelizmente estava sendo restaurada e não foi possível visitá-la.
Caminhar por Nápoles foi uma loucura, o trânsito é caótico, os faróis não são respeitados, pedestres atravessam na frente dos carros e para piorar, muita, mas muitas lambretas e motos, que vão “costurando” todo mundo, muito grito e buzinas – foi preciso ficar bastante atento para não ser atropelado. Sobrevivemos ao trânsito. Foram praticamente dez horas caminhando, explorando ao máximo a cidade.
As salas dos mosaicos de Pompeia e Herculano são estonteantes, nunca vimos nada igual. Formada por minúsculas pedrinhas, algumas das figuras dos painéis exibem até as expressões das pessoas. A visita já teria valido a pena só por essas salas. Uma outra sala curiosa foi a Gabinete Secreto, onde menores de quatorze anos não entram: essa ala do museu reúne um acervo de peças de cunho erótico encontradas em Pompeia. As peças não representam nada de chocante para a maioria dos adultos, algumas simplesmente parecem grotescas e engraçadas, mas devem ser compreendidas em seu contexto histórico. O Museu pedia muito mais do que as duas ou três horas de que dispúnhamos para visitá-lo, o ideal seria “perder-se na historia” por um dia inteiro. Mas não tínhamos esse tempo, ainda seria preciso andar muito.
Seguimos em direção à catedral – Duomo; a intenção era ver as relíquias de San Gennaro, mártir do século 4, padroeiro e protetor de Nápoles. A capela tem um frasco com o sangue do Santo, mas, infelizmente estava sendo restaurada e não foi possível visitá-la.
Caminhar por Nápoles foi uma loucura, o trânsito é caótico, os faróis não são respeitados, pedestres atravessam na frente dos carros e para piorar, muita, mas muitas lambretas e motos, que vão “costurando” todo mundo, muito grito e buzinas – foi preciso ficar bastante atento para não ser atropelado. Sobrevivemos ao trânsito. Foram praticamente dez horas caminhando, explorando ao máximo a cidade.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Paestum
Pegamos a rodovia no sentindo de Salerno a Battipaglia:o cenário rural, com seus campos floridos, já valia a pena. Na entrada da cidade canteiros de rosas imensas enchiam os olhos. Não tínhamos muita certeza do que encontraríamos: foi surpreendente, apesar de parecer que tínhamos voltado à Grécia.
Pesto foi fundada pelos gregos no século VI a.C e conquistada pelos romanos em 273 a.C..Abandonada no início da Idade Média, provavelmente depois de um surto de malária, ficou muito tempo esquecida e só foi descoberta durante a construção de uma estrada, no século 18,quando as escavações trouxeram à tona seus enormes templos e ruínas.
Em Paesto há três magníficos templos dóricos bem conservados e que são a atração do lugar – o Templo de Netuno – sanatório dedicado à deusa Hera, impressiona com seus 60metros de comprimento e 24 de largura; o Templo de Ceres – dedicado a Palas Atena – e o Templo de Hera , o mais antigo deles e conhecido como Basílica. Em meio aos templos, a primavera nos presenteava com um colorido de rosas e papoulas.
Em Paesto há três magníficos templos dóricos bem conservados e que são a atração do lugar – o Templo de Netuno – sanatório dedicado à deusa Hera, impressiona com seus 60metros de comprimento e 24 de largura; o Templo de Ceres – dedicado a Palas Atena – e o Templo de Hera , o mais antigo deles e conhecido como Basílica. Em meio aos templos, a primavera nos presenteava com um colorido de rosas e papoulas.
Ainda em Paesto, visitamos o Museu Nazeonale. Um conjunto de pinturas funerárias, descobertas apenas em 1968, nos deixou estonteados. Uma preciosidade. Um dos destaques foi a sala com os murais do Túmulo do Mergulhador (480 a.C), segundo nosso guia um dos únicos exemplares existentes. São cinco ao todo, e originalmente faziam parte do túmulo: quatro mostram cenas de um banquete funeral e o quinto painel, provavelmente a tampa do esquife, a famosa pintura de um mergulhador nu – daí o nome do túmulo – saltando no mar azul. Talvez uma alegoria à passagem da vida para a morte.
Seguimos o caminho de volta a Salerno, ponto final da nossa viagem à Costa Amalfitama. Com o dia ainda claro, pudemos deixar o carro na locadora e aproveitar o final de tarde e o pôr do sol no porto de Salerno.
Depois que o sol se pôs, procuramos um hotel – o objetivo era ficarmos perto da estação de trem, pois voltaríamos a Nápoles e de lá seguiríamos de avião para Milão.
Um roteiro sem dúvida FANTASTICO!!!!!
Um roteiro sem dúvida FANTASTICO!!!!!
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Herculano (Ercolano)
Herculano foi, assim como Pompeia, destruído pela erupção do Vesúvio. Na entrada do Sitio Arqueológico é fornecido gratuitamente um mapa do local.Com o mapa na mão, passamos a explorar o lugar. A zona arqueológica de Herculano é bem menor que a de Pompeia. Os edifícios encontram-se em melhor estado de conservação que os de Pompeia, principalmente as partes em madeira. Existem casas com andares superiores e tetos conservados.
O local estava especialmente lindo, devido à primavera: as papoulas vermelhas, em meio às ruínas, davam um contraste especial. Em menos de duas horas visitamos toda as ruínas – as mais interessantes : a Casa dell’ Átrio, cujo piso de mosaico está bem preservado; a Casa Sannitica , moradia mais simples dos sanitas, a tribo itálica local que foi absorvida pelos romanos; a Casa del Tramezzo Carbonizzato – casa de Tabique Queimado; a Casa dei Cervi, a mais suntuosa de todas; a Casa del Mosaico de Netuno e Anfitrite, com notável e impressionante mosaico azul e verde que a adorna e a Casa del Bicentenários. Entre os edifícios públicos, destacam-se as termas - casas de banhos divididas em dois setores: masculino e feminino. O masculino, com água fria, morna e quente e o feminino, com apenas água quente e morna.
Como chegamos cedo, deu para aproveitar bem o passeio e ainda sair cedo de Herculano. Rumamos para o Vesúvio, ao lado de Herculano. Saímos de Herculano e seguimos as placas de indicação: subimos mais de mil metros até chegar ao local onde deveríamos deixar o carro e seguir a pé. Da estrada era possível ver a baía de Nápoles, inesquecível.
Do local onde deixamos o carro até bem próximo à cratera seria uma caminhada de meia hora. Parecia fácil – mas subíamos, subíamos e subíamos. Sentíamos que não chegaríamos nunca. Logo no início da subida, um casal idoso nos ofereceu um cajado – uma boa idéia: ajuda! Na volta foi só devolvê-lo e deixar uma gorjeta.
Muito interessante para quem nunca tinha visto um vulcão, mas a visita é um tanto cansativa.
Depois de visitarmos Herculano e o Vesúvio, olhamos no relógio: ainda eram só duas horas da tarde. O dia tinha sido bem produtivo; então passamos por Herculano, fomos ao supermercado, fizemos nosso piquenique e estudamos o guia. Tínhamos duas opções: seguir para Salerno, que era nosso destino final, pois teríamos que devolver o carro, ou aproveitar um pouco mais a diária do carro e explorar outro lugar. Decidimos explorar outro lugar. O guia indicava Pesto (Paestum)...
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Pompeia...
No final da manhã, saímos em direção a Pompeia (20 km de Sorrento). Pegamos a S145 e seguimos as indicações para as escavações (Sítio Arqueológico). Ao chegarmos à bilheteria, para nossa grata surpresa descobrimos que iniciara a semana cultural na Itália,com todas as atrações turísticas gratuitas (Começamos economizando 20 euros). Teríamos cerca de cinco horas para visitar as ruínas. O almoço seria um lanchinho, caminhando. O tempo era precioso e tínhamos muito que explorar.
Como o tempo era curto, entramos nas ruínas com roteiro preestabelecido (guias de turismo e mapas são fornecidos gratuitamente na Informação Turística, na entrada). Sinalizamos no mapa o que não poderíamos deixar de ver - as Termas de Estabia, o Foro triangular, o Teatro Grande, o Templo Dórico, a Porta dos Fugitivos, o Arcos de Honor, a Porta Marina e a Muralha, o Templo de Vênus, o Templo de Apolo e a Basílica . Estávamos dispostos a andar, andar e andar.
Pompeia foi uma antiga cidade do Império Romano situada a 22 km da moderna Nápoles, no território do atual município de Pompéia. A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio, no ano 79 depois de Cristo. A erupção do vulcão provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade e a manteve oculta por 1600 anos, antes de ser reencontrada por acaso. Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas exatamente na posicão em que estavam,quando foram atingidas pela erupção. Desde então, as escavações proporcionaram um sítio arqueológico.
Caminhar por esse sítio arqueológico desperta uma sensação de angústia e desespero, quando imaginamos as cinzas ardentes, aderindo aos corpos das vítimas, pegas de surpresa.Como o tempo era curto, entramos nas ruínas com roteiro preestabelecido (guias de turismo e mapas são fornecidos gratuitamente na Informação Turística, na entrada). Sinalizamos no mapa o que não poderíamos deixar de ver - as Termas de Estabia, o Foro triangular, o Teatro Grande, o Templo Dórico, a Porta dos Fugitivos, o Arcos de Honor, a Porta Marina e a Muralha, o Templo de Vênus, o Templo de Apolo e a Basílica . Estávamos dispostos a andar, andar e andar.
Pompeia foi uma antiga cidade do Império Romano situada a 22 km da moderna Nápoles, no território do atual município de Pompéia. A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio, no ano 79 depois de Cristo. A erupção do vulcão provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade e a manteve oculta por 1600 anos, antes de ser reencontrada por acaso. Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas exatamente na posicão em que estavam,quando foram atingidas pela erupção. Desde então, as escavações proporcionaram um sítio arqueológico.
Pompeia era uma cidade bem fortificada por suas muralhas. O acesso a ela se fazia por 8 portas ( todas de construção osca, exceto a Porta de Herculanum, de construção romana), a contar da extremidade norte, em sentido horário:
A Porta Marina era ampla, com passagem para pedestres, separada da dos veículos. É a porta de construção mais recente da cidade, batida na técnica denominada "opus incertum" ou "opus cimenticium", uma mistura de pedras e cimento. Pela Porta Marina, construída em arco abobadado, entrava-se na cidade descendo uma rua onde havia o Templo de Vênus e, mais além, o Templo de Apolo, cercado de uma colunata e um bosque de loureiros. Atingia-se, assim, a parte sul do Fórum, bem próximo à Basílica e à Prefeitura.
Ao sul, encontravam-se lojas e padarias, o Fórum Triangular, bem próximo ao Teatro e ao Odeon, e ao templo de Ísis. As casas construídas nessa parte da cidade, gozavam de uma bela visão panorâmica de Pompeia, tendo ao fundo o Vesúvio. Este, distante cerca de 8 quilômetros da cidade e com 1.200 metros de altura.
Continuamos a explorar o lugar, agora em direção à região norte de Pompeia onde estavam as mansões mais ricas: a casa dos Vettii, a de Salústio, a do Poeta Trágico, a do Fauno, a dos Amores Dourados, a Casa da Fonte Maior e Menor, a de Cecílio Jocundus, dentre várias outras. A casa do Poeta Trágico é famosa por seus mosaicos e o grafite na entrada - Cave Canem ( cuidado com o cão).
O Sítio Arqueológico de Pompeia encerrava suas portas às 19h – ficamos até o último minuto. Saímos de lá em direção ao centro e descobrimos uma cidadezinha bastante acolhedora, com sua grande Catedral na Praça.
na mãnha seguinte visitaríamos Herculano (Ercolano)...
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